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quinta-feira, 4 de julho de 2013
Ensaio Poético
COISAS DE MÃE
As coisas de minha mãe falam fundo ao coração.
Representam a imensidão do vazio
e a plenitude de ter vivido
e absorvido o seu amor eterno e imensurável...
Riquezas de laços de família,
quiçá continuados por elos infinitos,
materializados nas coisas de mãe,
agora tão dispersas e mais amadas...
Autoria: Júlia Gonçalves da Silveira
Ferros, 7 de setembro de 2008
(In Memoriam à Elza Gomes da Silveira, minha mãe, falecida em 04 de abril de 2008)
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ensaio poético.,
poesia
domingo, 14 de março de 2010
ANIVERSÁRIO DE MÃE - 14 DE MARÇO DE 2010

90 ANOS DE MINHA MÃE. COMO DÓI SEM ELA AQUI NA TERRA :(
Coisas de Mãe
Coisas de mãe falam fundo ao coração...
Representam a imensidão do vazio e a plenitude de ter vivido e absorvido o seu amor eterno e imensurável...
Riquezas de laços de família, quiçá continuados por elos infinitos, materializados nas coisas de mãe, agora tão dispersas e mais amadas...
Autoria: Júlia Gonçalves da Silveira
Coisas de Mãe
Coisas de mãe falam fundo ao coração...
Representam a imensidão do vazio e a plenitude de ter vivido e absorvido o seu amor eterno e imensurável...
Riquezas de laços de família, quiçá continuados por elos infinitos, materializados nas coisas de mãe, agora tão dispersas e mais amadas...
Autoria: Júlia Gonçalves da Silveira
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Aniversário de mãe Elza,
Coisas de Mãe,
Ensaios poéticos
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
ENSAIOS POÉTICOS
COISAS DE MÃE
As coisas de minha mãe falam fundo ao coração...
Representam a imensidão do vazio
e a plenitude de ter vivido
e absorvido o seu amor eterno e imensurável...
Riquezas de laços de família,
quiçá continuados por elos infinitos,
materializados nas coisas de mãe,
agora tão dispersas e mais amadas...
Autoria: Júlia Gonçalves da Silveira
Ferros, 7 de setembro de 2008
(In Memoriam à Elza Gomes da Silveira, minha mãe, falecida em 04 de abril de 2008)
CONTRAPONTO
Perdi
pais e irmãos.
Ganhei
a dimensão
da dor
da luta
contra
a dimensão
da dor
do luto.
Autoria: Júlia Gonçalves da Silveira
Belo Horizonte, 9 de outubro de 2008
As coisas de minha mãe falam fundo ao coração...
Representam a imensidão do vazio
e a plenitude de ter vivido
e absorvido o seu amor eterno e imensurável...
Riquezas de laços de família,
quiçá continuados por elos infinitos,
materializados nas coisas de mãe,
agora tão dispersas e mais amadas...
Autoria: Júlia Gonçalves da Silveira
Ferros, 7 de setembro de 2008
(In Memoriam à Elza Gomes da Silveira, minha mãe, falecida em 04 de abril de 2008)
CONTRAPONTO
Perdi
pais e irmãos.
Ganhei
a dimensão
da dor
da luta
contra
a dimensão
da dor
do luto.
Autoria: Júlia Gonçalves da Silveira
Belo Horizonte, 9 de outubro de 2008
INFÂNCIA
Todo adulto tem
uma criança que
já foi....
Júlia Gonçalves da Silveira
Belo Horizonte, 12 de outubro de 2008
Todo adulto tem
uma criança que
já foi....
Júlia Gonçalves da Silveira
Belo Horizonte, 12 de outubro de 2008
RELATIVIDADE
Animal
gente
irracional.
Gente
bicho
irreverente.
Autoria: Júlia Gonçalves da Silveira
Belo Horizonte, 12 de outubro de 2008
QUEIXAS
Aproveito
a deixa
que me deixou
a gueixa
de me queixar
Aproveito
a deixa
que me deixou
a gueixa
de me queixar
pela passageira
ilusão de amar
e ser amada
por inteiro.
Autoria: Júlia Gonçalves da Silveira
ilusão de amar
e ser amada
por inteiro.
Autoria: Júlia Gonçalves da Silveira
Belo Horizonte, 13 de outubro de 2008
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