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Sou professora da ECI/UFMG e meu objetivo para este Blog é criar um canal de comunicação alternativo com meus alunos e amigos reais e virtuais... :)

terça-feira, 2 de outubro de 2012

FONTES DE INFORMAÇÃO EM ARTES E ANTIGUIDADES - EMENTA E PROGRAMA DA DISCIPLINA


UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS

ESCOLA DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

DEPARTAMENTO DE ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO

DISCIPLINA          

fontes de informação em  ARTES E ANTIGUIDADES -  FIAA
                               

PROFESSORA                                                                    

Júlia Gonçalves da Silveira

DEPARTAMENTO                                                        UNIDADE

Organização e Tratamento da Informação      Escola de Ciência da Informação

 CARGA HORÁRIA                       TEÓRICA     PRÁTICA     TOTAL         CRÉDITOS

                                                          60                                           60                04

                                  

ANO LETIVO                                             PERÍODO

2º.  Semestre de 2012                                   

PRÉ-REQUISITOS                                                CÓDIGOS

                                                                      OTI-117         


CURSOS PARA OS QUAIS É MINISTRADO

Biblioteconomia

EMENTA

Artes e antiguidades: conceitos básicos. Fontes de informação pessoais e impessoais em Artes e Antiguidades: usuários, produtores e fornecedores. Fluxo e uso de informação em artes e antiguidades. Rede de informação e de conhecimentos especializados. Mercado de artes e antiguidades: clientes e fornecedores. Serviços e produtos de informação especializados. Papel do bibliotecário na sociedade e seu envolvimento com atividades relativas à identificação, seleção, organização, tratamento, preservação e divulgação do patrimônio artístico, histórico e cultural.

 OBJETIVOS

·          Levar alunos ao conhecimento e apreensão de conceitos relacionados às áreas de artes e antiguidades, assim como do universo de fontes de informação pessoais e impessoais disponíveis em ambientes, espaços e suportes contemporâneos diversificados e alternativos;

·         Levar alunos ao entendimento do papel e da missão do bibliotecário na sociedade, em relação à atuação profissional e ética, em ambientes e contextos que tratem do patrimônio artístico, histórico e cultural.

METODOLOGIA
  • Aulas expositivas abordando conteúdos teóricos relativos aos tópicos em estudo;
  • Visitas orientadas a museus, galerias de arte, bibliotecas, coleções especiais, feiras, exposições, sebos, antiquários e arquivos;
  • Demonstrações de recursos informacionais eletrônicos, e de acesso às informações neles contidas, destinados às áreas de artes e antiguidades;
  • Experiências monitoradas de uso de bibliotecas eletrônicas, digitais e virtuais destinadas às áreas de artes e antiguidades;
  • Uso de bases de dados e de outras fontes ou ferramentas de busca de informação disponíveis na Internet visando ao conhecimento e localização de determinadas informações das áreas em estudo;
  • Construção, sob minha orientação em laboratório/biblioteca, de novos produtos de informação a partir do uso de fontes de informação disponíveis na Internet. (Guia ou Glossário Eletrônico de Fontes de Informação em Artes e Antiguidades).
PROGRAMA

·         Contextualização da temática em estudo e conceituações pertinentes;

·         Papel social, cultural, educativo e comportamento ético do profissional bibliotecário;

·         Comunicação científica e técnica:

o   Tipologia documental;

o   Canais e fluxo;

o   Produtos e serviços de comunicação e informação em artes e antiguidades.

·         Pessoas e organizações como fontes de informação.

·         Redes de informação e comunicação em artes e antiguidades.

·         Fontes de informação de antiquários: categorização das fontes pessoais e impessoais.

·         Museus, galerias de arte, bibliotecas, palácios, igrejas, arquivos, lojas de antiquários, sebos, feiras e exposições.

·         Bibliotecas digitais e bases de dados destinadas às áreas de artes e antiguidades.

·         Estudo, uso e visitas guiadas a sistemas ou serviços de informação ou ambientes culturais específicos:

·         Bases de dados referenciais e de textos completos componentes do Portal da Capes especializadas, interdisciplinares ou multidisciplinares que contenham literatura das áreas de artes e antiguidades;

·         Fontes de informação em Artes e Antiguidades pertencentes ao acervo da UFMG;

·         Visitas guiadas a certas fontes de informação especializadas em artes ou antiguidades situadas em Belo Horizonte, Ouro Preto e Rio de Janeiro (a confirmar).  (Coleções especiais, museus, galerias de arte, antiquários, feiras, sebos, bibliotecas especializadas ou que contenham coleções especiais e arquivos).
AVALIAÇÃO

AV1 Relatórios de visitas orientadas = 30 pontos

AV2 Guia de Fontes de Informação em Artes e Antiguidades ou Glossário Eletrônico = 40 pontos

AV3 Entrevista com antiquário comerciante estabelecido em Belo Horizonte (roteiro fornecido) = 30 pontos

BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR

Obs.: As referências constituintes da bibliografia básica se encontram em negrito.

ALMEIDA, Marco Antônio de. Mediações da cultura e da informação: perspectivas sociais, políticas e epistemológicas. Tendências da Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação, v. 1, n. 1, jan./dez. 2008.

ALMEIDA, Maria Christina Barbosa de Almeida. Fontes de informação na área de preservação de bens culturais. Revista de Bibliotecononomia de Brasília, Brasília, v. 20, n.1, p. 3-14, jan./jun. 1996.

ATTERBURY, Paul; THARP,  Lars (consult). Enciclopédia ilustrada de antiguidades. 2. ed.  Lisboa : Editorial Estampa, 1996. 332 p.

BARBOSA, Ricardo Rodrigues. Acesso e necessidades de informação de profissionais brasileiros: um estudo exploratório. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v.2, n.1, p.5-35, jan./jun. 1997. Disponível em:
http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/32/407 Acesso em: 30 jul. 2012.

BOSI, Ecléa. Memória e sociedade: lembranças de velhos. São Paulo: T. A. Queiroz; Ed. da Universidade de São Paulo, 1987.

CALDEIRA, Paulo da Terra. O uso de fontes de informação em uma comunidade ligada à arte: o caso da Escola de Belas Artes da UFMG. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, v. 21, n.3/4, p. 34-59, jul. 1988. Disponível em:
www.brapci.ufpr.br/download.php?dd0=18676  Acesso em: 8 jan. 2012

CAMPELLO, Bernadete Santos; CENDÓN, Beatriz Valadares; KREMER, Jeannette Marguerite (Org.). Fontes de informação para pesquisadores e profissionais. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2000. 319 p.

CAMPELLO, Bernadete Santos; Caldeira, Paulo da Terra. (Org.) Introdução às fontes de informação. 2. ed.  Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2008. 181 p.

CASTELLS, Manuel; OLIVEIRA, José Manuel Paquete de; CARDOSO, Gustavo Leitão. A sociedade em rede. 3. ed. Lisboa: Fundação Callouste Gulbenkian, 2007. xxxv, 713 p. (A era da informação: economia, sociedade e cultura; v. 1).

CENDÓN, Beatriz Valadares. Sistemas e redes de informação. In: OLIVEIRA, Marlene de (Org.) et al. Ciência da informação e biblioteconomia: novos conteúdos e espaços de atuação. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005. Cap. 4, p. 61-95.

CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. São Paulo: Estação Liberdade; Ed. Unesp, 2001. 282 p.

CUNHA, Murilo Bastos da. Manual de fontes de informação. Brasília: Briquet de Lemos Livros, 2010. 182 p.

CUNHA, Murilo Bastos da. Para saber mais: fontes de informação em ciência e tecnologia. Brasília: Briquet de Lemos, 2001. 168 p.

CURTY, Renata Gonçalves. Web 2.0: plataforma para o conhecimento coletivo. In: TOMAÉL, Maria Inês (Org.). Fontes de informação na Internet. Londrina: EDUEL, 2008. Cap. 3, p. 53-78.

DELGADO, Márcia Cristina. Cartografia sentimental de sebos e livros. Belo Horizonte: Autêntica, 1999. 167 p.

DICIONÁRIO do antiquariato. Buenos Aires: Codex, 1973.

DOCUMENTOS raros e/ou valiosos: critérios de seleção e conservação. Niterói: EdUff, 2002. 37 p.

DZIEKANIAK, Gisele Vasconcelos; MORAES, Rosana Portugal Tavares de; MEDEIROS, Jackson da Silva; RAMOS, Clériston Ribeiro. Considerações sobre o E-book: do hipertexto à preservação digital. Revista Biblos, Rio Grande, v. 24, n. 2, p. 83-100, 2010. Disponível em:
http://www.seer.furg.br/index.php/biblos/issue/view/300/showToc
Acesso em: 28 fev. 2012.

EUDEL, Pablo. La falsificación de antiguedades y objetos de arte: alteraciones, fraudes y adulteraciones descubiertas. Buenos Aires: Ediciones Centurion, 1947. 269 p.

ELUAN, Andrenizia Aquino; MOMM, Christiane Fabíola; NASCIMENTO, Jucimara Ameida. A sistemática do uso de fontes de informação para a pesquisa científica. Informação & Sociedade: Estudos, João Pessoa, v.18, n.2, p. 111-119, maio/ago. 2008.
Disponível em: http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/1761/2124 Acesso em: 27 abr. 2010.

EXPOSIÇÃO de arte sacra: retrospectiva brasileira. In: CONGRESSO EUCARÍSTICO INTERNACIONAL, 36, 1955, Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, jul. 1955. 113 p.

Ferreira, Ana Fátima Berquó Carneiro; Lima, Diana Farjalla Correia. Informação especial no museu – acessibilidade: a inclusão social da pessoa com deficiência visual. Tendências da Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação, v. 4, n. 1, jan./dez. 2011. Disponível em:
http://inseer.ibict.br/ancib/index.php/tpbci/issue/view/5/showToc Acesso em: 30 jul. 2012.

FORREST, Tim; ATTERBURY, Paul (consult.). Conheça as antiguidades louça e prata: guia ilustrado para identificar épocas, pormenores e desenhos. Lisboa: Editorial Estampa, 1998. 160 p.

FUNARI, Pedro Paulo A. Os desafios da destruição e conservação do patrimônio cultural no Brasil.
Disponível em <http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp013.asp>Acesso em: 26/4/2004.

GUARISSE, André. Antiguidades européias. Porto Alegre: Sulina, 2002. 80 p.

GUIDA al mercato antiquario `94. Novara : Istituto Geografico De Agostini, 1994. 304 p.

GASQUE, Kelley Cristine Gonçalves Dias. O papel da experiência na aprendizagem: perspectivas na busca e no uso da informação. TransInformação, Campinas, v. 20, n. 2, p. 149-158, maio/ago. 2008.  Disponível em: http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=19  Acesso em: 27 abr. 2010.

GOMES, Sandra Lúcia Rebel. O acesso à informação em bibliotecas virtuais: princípios e valores. In: MIRANDA, Antônio; SIMEÃO, Elmira (Org.) Alfabetização digital e acesso ao conhecimento. Brasília: Unb; Departamento de Ciência da Informação e Documentação, 2006. p. 109-128.

GUTTERRES, Anelise dos Santos. O velho, o antigo e o novo: Um ensaio sobre a construção da antiguidade em objetos comercializados em antiquários em Porto Alegre, RS. Iluminuras, Porto Alegre, v. 9, n. 20, 2008.
Disponível em: http://seer.ufrgs.br/iluminuras/issue/view/787 
Acesso em: 13 abr. 2012.

HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Centauro, 2006.

HOBSBAWN, Eric. A Invenção das tradições. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra, 1984.

MACIEL, Nahima. Garimpo do passado: quem compra antiguidades deve ficar atento para não levar falsificações ou reproduções. Saiba como identificá-las. Disponível em:
<http://www2.correioweb.com.br/cw/2001-07-21/mat_46598.htm>. Acesso em: 23 de set. 2003.

MANESS, Jack M. Teoria da Biblioteca 2.0: Web 2.0 e suas implicações para as bibliotecas. Tradução de Geysa Câmara de Lima Nascimento Neto. Informação & Sociedade, João Pessoa, v. 17, n. 1, p. 53-51, jan./abr. 2007. Disponível em: http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/831/623  Acesso em: 27 abr. 2010.

MARTELETO, Regina Maria. Análise das redes sociais: aplicação nos estudos de transferência da informação. Ciência da Informação, Brasília, v. 30, n. 1, p. 71-81, abr. 2001.

MARTELETO, Regina Maria. Redes sociais, mediação e apropriação de informações: situando campos, objetos e conceitos na pesquisa em Ciência da Informação. Tendências da Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação, Brasília, v. 3, n. 1, p. 27- 46, jan./dez. 2010.
Disponível em: http://inseer.ibict.br/ancib/index.php/tpbci/issue/view/3/showToc
Acesso em: 9 jan. 2012.

MENDONÇA, Marília Alvarenga Rocha. Serviço de referência digital. In: MARCONDES, Carlos H. et al (Org.) Bibliotecas digitais: saberes e práticas. 2. ed. Salvador: Ed. da Universidade Federal da Bahia; Brasília, DF: IBICT, 2006. 336 p. Cap. 4. Gestão em bibliotecas digitais, p. 225-238.

MENEZES, Ulpiano T. Bezerra de. Fontes visuais, cultura visual, história visual: balanço provisório, propostas cautelares. Revista Brasileira de História, v. 23, n. 45, p. 11-36, 2003 (versão online). Disponível em: Acesso em: 08 de out. 2004.

MINDLIN, José. Uma vida entre livros: reencontros com o tempo. São Paulo: Edusp; Companhia das Letras, c1997. 231 p.

MOLINA, Paula Regina Buonaducci. O colecionismo. A Relíquia: Informativo dos Antiquários, Leiloeiros e Colecionadores, v. 8, n. 90, p. 25, ago. 2005.

MUELLER, Suzana Pinheiro Machado. A comunicação científica e o movimento de acesso livre ao conhecimento. Ciência da Informação, Brasília, v. 35, n. 2, p. 27-38, maio/ago. 2006.

NÓBREGA, José Claudino da. Memórias de um viajante antiquário. São Paulo : Raizes, 1984.

REIS, Cláudia Barbosa. Homenagens: estudo do acervo do museu Casa de Rui Barbosa. Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 2000. 35 p.

REIS, Cláudia Barbosa. Álbum de objetos decorativos. Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1997. 44 p.

ROWLEY, Jennifer. A biblioteca eletrônica.. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2002.

SANTOS, José de Almeida. Manual do colecionador de antiguidades. São Paulo: [s.n.] 1975.

SANTOS, José de Almeida. No mundo estreito dos antiquários. São Paulo: MASP, 1981.

SILVA, Inara Souza da. Weblog como objeto da ciência da informação. DatagramaZero: Revista de Ciência da Informação, v. 9, n. 5, out. 2008.
Disponível em: http://www.dgz.org.br/out08/F_I_art.htm  Acesso em: 27 abr. 2010.

SILVEIRA, Júlia Gonçalves da. Antiquários: um olhar sobre seu trabalho e comportamento informacional. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 10, n. 2,  p. 220-239, jul./dez. 2005. Disponível em:
http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/issue/view/23
Acesso em: 9 jan. 2012.

SILVEIRA, Júlia Gonçalves da. Bases de dados e bibliotecas digitais no Brasil. Belo Horizonte: [s.n.] 2006. 10 p. (Síntese de aula dada durante concurso público prestado para o cargo de professor adjunto da Escola de Ciência da Informação da UFMG).

SILVEIRA, Júlia Gonçalves da. Biblioteca Virtual Temática em Artes a Antiguidades – BIBVTAA: em cena, a sua concepção e desenvolvimento. Informação e Sociedade: Estudos, João Pessoa, v. 21, n. 2, p. 167-178, maio/ago. 2011. Disponível em: http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/9646
Acesso em:  9 jan. 2012.

SILVEIRA, Júlia Gonçalves da. Fontes de informação de antiquários: proposta de um modelo de análise e de categorização. Belo Horizonte: Escola de Ciência da Informação da UFMG, 2006. 232 p. (Tese, Doutorado).
Disponível em: http://hdl.handle.net/1843/EARM-6ZFPQB
Acesso em: 8 jan. 2012

SILVEIRA, Júlia Gonçalves da. Fontes de informação de antiquários. In: Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação, 8º, 2007, Salvador.  Anais...  Salvador: UFBa, 2007. 18 p. (CD-Rom). (Trabalho premiado: GT 3: Mediação, Circulação e Uso da Informação).
Disponível em: http://www.enancib.ppgci.ufba.br/artigos/GT3--234.pdf
Acesso em: 19 maio 2008.

SILVEIRA, Júlia Gonçalves da.  Reflexões sobre a profissão de bibliotecários. UFMG: Boletim Informativo, Belo Horizonte, v. 37, n. 1731, 28 mar. 2011. Disponível em: http://www.ufmg.br/boletim/bol1731/2.shtml
Acesso em: 29 out. 2011.

SILVEIRA, Júlia Gonçalves da; ANDRADE, Maria Eugênia Albino. A Sociedade da Informação, a globalização e o binômio inclusão/exclusão de pessoas deficientes ou portadoras de necessidades especiais no contexto universitário. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 13, 2004, Natal. Anais... Natal: UFRN, 2004.  (CD-Rom).

SILVEIRA, Júlia Gonçalves da; LOPES, Marlene de Fátima Vieira. Gestão de conservação preventiva no contexto da Biblioteca Universitária da UFMG: ações extensionistas via interação com a empresa Atlan Serviços, visando a qualificação de seus funcionários. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 12, 2002, Recife. Anais...Recife: UFPe, 2002. (Cd-Rom).

SIMEÃO, Elmira. Comunicação extensiva e informação em rede. Brasília: UnB; Departamento de Ciência da Informação e Documentação, 2005.  277 p.

SIQUEIRA, Édson Freitas de. In: GUARISSE, André. Antiguidades européias. Porto Alegre: Sulina, 2002.

SOUZA, Willian Eduardo Righini de; CRIPPA, Giulia. O patrimônio cultural como documento: reflexões transdisciplinares para novos horizontes na ciência da informação. TransInformação, Campinas, v. 21, n. 3, p. 207-223, set./dez. 2009. Disponível em:
http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/search.php?op=search&query=Giulia&limit=author
Acesso em: 9 jan. 2012.

TOMAÉL, Maria Inês; ALCARÁ, Adriana Rosecler; SILVA, Terezinha Elisabeth da. Fontes de informação na Internet: critérios de qualidade. In: TOMAÉL, Maria Inês (Org.). Fontes de informação na Internet. Londrina: EDUEL, 2008. Cap. 1, p. 3-28.

VIEIRA, Jair Marcos. São Paulo: arte e estilo; Mercantes de Artes realizam o Salão de Artes e Antiguidades. A Relíquia: Informativo dos Antiquários, Leiloeiros e Colecionadores. v. 5, n. 48, p. 11,  jun. 2002. Disponível em:
http://www.areliquia.com.br/artigos%20anteriores/49ArteeE.htm Acesso em 30 jul. 2012.












  



Impressionistas no Centro Cultural Banco do Brasil - Exposições em São Paulo e na cidade do Rio de Janeiro.

A Relíquia: Impressionistas no CCBB


Impressionismo: Paris e a
Modernidade, Obras-Primas
do Acervo do Museu d'Orsay
de Paris, França
Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo
Rua Álvares Penteado, 112 - Centro
São Paulo - SP
4 de agosto a 7 de outubro de 2012
Agosto - Terça a domingo - 9h às 22h
Setembro: Terça a domingo, das 10h às 22h
Atendimento a grupos agendados: 7h às 10h
Informações: (11) 3113-3651 / 3113 – 3652

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

PORTAL CAPES - PERIÓDICOS CIENTÍFICOS E LIVROS DIGITAIS

Periódicos e Livros Digitais
"Seis coleções com mais de dois mil periódicos em texto completo, duas obras de referência e uma base de livros digitais, com mais de 1.500 títulos, podem ser acessados pelos usuários do Portal Capes, na base de dados ScienceDirect (www.sciencedirect.com). Disponível neste endereço, o aplicativo eReader permite a leitura de livros digitais em smartphones e tablets.
O software permite converter um texto da ScienceDirect em dois formatos: ePUB e Mobi, amplamente utilizados por leitores eletrônicos. Por meio do aplicativo, é possível armazenar periódicos ou capítulos de livros em dispositivos móveis. O aplicativo eReader está habilitado e pode ser encontrado no painel do lado direito de todos os textos da ScienceDirect.
O conteúdo contratado pela Capes abrange todos os títulos desde o primeiro número de cada revista. Em alguns casos, a publicação teve o seu início em 1821."
Ref.: BOLETIM UFMG, V. 38, N. 1788, 3 SET. 2012.
Nº 1788 - Ano 38 3.9.2012

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

ASSEMBLEIA DIA 6 DE AGOSTO DE 2012 AUDITÓRIO DA REITORIA 9 HORAS

MATÉRIAS RECENTES SOBRE A GREVE NAS UNIVERSIDADES FEDERAIS TEEM SIDO PUBLICADAS/DIVULGADAS PELO SINDICATO DOS PROFESSORES DE UNIVERSIDADES FEDERAIS DE BELO HORIZONTE E DE MONTES CLAROS - APUBH:

http://www.apubh.org.br/uploads/mailing/cartaz_assembleia_greve_06-08-12_web.jpg

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Redes sociais virtuais de informação sobre amor - Artigo novo

CRUZ, Ruleandson do Carmo; SILVEIRA, Júlia Gonçalves da. Redes sociais virtuais de informação sobre amor. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 3, n.1, p. 146-167, jan./jun. 2012. Disponível em: http://revistas.ffclrp.usp.br/incid/article/view/97/pdf Acesso em: 02 jul. 2012.

Redes sociais virtuais de informação sobre amor
Virtual social networks of information on love

Ruleandson do Carmo Cruz
Mestre em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG
Professor temporário do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Ouro Preto.
E-mail: ruleandson@gmail.com
Júlia Gonçalves da Silveira
Doutora em Ciência da Informação
Professora Adjunta da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG.
E-mail: juliags@eci.ufmg.br; juliags2@hotmail.com

Resumo
Apresenta resultados de dissertação defendida junto ao Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Escola de Ciência da Informação da UFMG. Estuda redes sociais virtuais de informação sobre amor formadas por usuários do Orkut, focando-se no comportamento e na cultura informacional de tais usuários, bem como na representação social do amor por eles criada. Tem como objeto de estudo cinco comunidades virtuais: “Se é amor q... seja verdadeiro!”, “Amor e sexo em debate”, “Eu ACREDITO no amor”, “Amor, Respeito e Confiança” e “O mito do amor romântico”. Considera como universo empírico: em análise geral, as listagens de tópicos e de enquetes presentes nas referidas comunidades; em análise específica, cinco tópicos de definição do amor e 103 dos perfis de usuários mais ativos nas comunidades em estudo. Estrutura-se metodologicamente como um estudo de casos múltiplos incorporados. Traça o perfil informacional amoroso dos usuários, em sua maioria, adultos, mulheres, envolvidos em relacionamentos amorosos, desejosos por se casar, e que utilizam informações sobre amor para personalizarem seus perfis no Orkut. Caracteriza o comportamento informacional como sendo motivado por sentimentos de saudade da pessoa amada, extrema felicidade ou tristeza no amor e pelo interesse em estudar o amor. Configura a cultura informacional como sem normas e orientações explícitas na maioria das comunidades. Desenha as redes sociais virtuais de informação sobre amor e considera-as como redes de baixa densidade, centralidade e intermediação. Conclui que as redes sociais em estudo fornecem informação de ajuda e suporte aos seus usuários e funcionam como comunidades-cabide.

Palavras-chave: Amor. Comportamento e cultura Informacional. Orkut e redes sociais virtuais. Representações sociais.

Abstract
The article presents the results of the dissertation developed in the Graduate Program of the School of Information Science of UFMG. It analyses the virtual social networks of information on love formed by the users of Orkut. As study object, it takes five virtual communities: “If it's love may it... be true!”, “Love and sex on debate”, “I BELIEVE in love", “Love, Respect and Trust” and “The myth of romantic love”. As empirical universe the study considers, in general analysis, the topic and enquiry listings that can be found on the cited communities; in specific analysis, five topics of definitions of love and 103 profiles from the most active users of the studied communities. Methodologically, the study is structured by multiple incorporated cases. The study delineates the informational love profile of users, most of them adults, women, involved in relationships, wishful for marriage and who use information about love to personalize their profiles on Orkut. Users informational behavior is characterized as motivated, mainly, by feelings of missing the loved person, extreme happiness, extreme disappointment in love, and also as the interest in studying love. The study defines informational culture as something without rules and explicit orientation in most part of the communities, and traces the social networks of information on love and consider them as networks of low density, centrality and intermediation. Among other findings, the study concludes that the social networks in study provide helpful information and support to users, and work as coat hanger-communities.
Keywords: Love. Social virtual network. Information behaviour.