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Sou professora da ECI/UFMG e meu objetivo para este Blog é criar um canal de comunicação alternativo com meus alunos e amigos reais e virtuais... :)

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

PORTAL CAPES - PERIÓDICOS CIENTÍFICOS E LIVROS DIGITAIS

Periódicos e Livros Digitais
"Seis coleções com mais de dois mil periódicos em texto completo, duas obras de referência e uma base de livros digitais, com mais de 1.500 títulos, podem ser acessados pelos usuários do Portal Capes, na base de dados ScienceDirect (www.sciencedirect.com). Disponível neste endereço, o aplicativo eReader permite a leitura de livros digitais em smartphones e tablets.
O software permite converter um texto da ScienceDirect em dois formatos: ePUB e Mobi, amplamente utilizados por leitores eletrônicos. Por meio do aplicativo, é possível armazenar periódicos ou capítulos de livros em dispositivos móveis. O aplicativo eReader está habilitado e pode ser encontrado no painel do lado direito de todos os textos da ScienceDirect.
O conteúdo contratado pela Capes abrange todos os títulos desde o primeiro número de cada revista. Em alguns casos, a publicação teve o seu início em 1821."
Ref.: BOLETIM UFMG, V. 38, N. 1788, 3 SET. 2012.
Nº 1788 - Ano 38 3.9.2012

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

ASSEMBLEIA DIA 6 DE AGOSTO DE 2012 AUDITÓRIO DA REITORIA 9 HORAS

MATÉRIAS RECENTES SOBRE A GREVE NAS UNIVERSIDADES FEDERAIS TEEM SIDO PUBLICADAS/DIVULGADAS PELO SINDICATO DOS PROFESSORES DE UNIVERSIDADES FEDERAIS DE BELO HORIZONTE E DE MONTES CLAROS - APUBH:

http://www.apubh.org.br/uploads/mailing/cartaz_assembleia_greve_06-08-12_web.jpg

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Redes sociais virtuais de informação sobre amor - Artigo novo

CRUZ, Ruleandson do Carmo; SILVEIRA, Júlia Gonçalves da. Redes sociais virtuais de informação sobre amor. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 3, n.1, p. 146-167, jan./jun. 2012. Disponível em: http://revistas.ffclrp.usp.br/incid/article/view/97/pdf Acesso em: 02 jul. 2012.

Redes sociais virtuais de informação sobre amor
Virtual social networks of information on love

Ruleandson do Carmo Cruz
Mestre em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG
Professor temporário do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Ouro Preto.
E-mail: ruleandson@gmail.com
Júlia Gonçalves da Silveira
Doutora em Ciência da Informação
Professora Adjunta da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG.
E-mail: juliags@eci.ufmg.br; juliags2@hotmail.com

Resumo
Apresenta resultados de dissertação defendida junto ao Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Escola de Ciência da Informação da UFMG. Estuda redes sociais virtuais de informação sobre amor formadas por usuários do Orkut, focando-se no comportamento e na cultura informacional de tais usuários, bem como na representação social do amor por eles criada. Tem como objeto de estudo cinco comunidades virtuais: “Se é amor q... seja verdadeiro!”, “Amor e sexo em debate”, “Eu ACREDITO no amor”, “Amor, Respeito e Confiança” e “O mito do amor romântico”. Considera como universo empírico: em análise geral, as listagens de tópicos e de enquetes presentes nas referidas comunidades; em análise específica, cinco tópicos de definição do amor e 103 dos perfis de usuários mais ativos nas comunidades em estudo. Estrutura-se metodologicamente como um estudo de casos múltiplos incorporados. Traça o perfil informacional amoroso dos usuários, em sua maioria, adultos, mulheres, envolvidos em relacionamentos amorosos, desejosos por se casar, e que utilizam informações sobre amor para personalizarem seus perfis no Orkut. Caracteriza o comportamento informacional como sendo motivado por sentimentos de saudade da pessoa amada, extrema felicidade ou tristeza no amor e pelo interesse em estudar o amor. Configura a cultura informacional como sem normas e orientações explícitas na maioria das comunidades. Desenha as redes sociais virtuais de informação sobre amor e considera-as como redes de baixa densidade, centralidade e intermediação. Conclui que as redes sociais em estudo fornecem informação de ajuda e suporte aos seus usuários e funcionam como comunidades-cabide.

Palavras-chave: Amor. Comportamento e cultura Informacional. Orkut e redes sociais virtuais. Representações sociais.

Abstract
The article presents the results of the dissertation developed in the Graduate Program of the School of Information Science of UFMG. It analyses the virtual social networks of information on love formed by the users of Orkut. As study object, it takes five virtual communities: “If it's love may it... be true!”, “Love and sex on debate”, “I BELIEVE in love", “Love, Respect and Trust” and “The myth of romantic love”. As empirical universe the study considers, in general analysis, the topic and enquiry listings that can be found on the cited communities; in specific analysis, five topics of definitions of love and 103 profiles from the most active users of the studied communities. Methodologically, the study is structured by multiple incorporated cases. The study delineates the informational love profile of users, most of them adults, women, involved in relationships, wishful for marriage and who use information about love to personalize their profiles on Orkut. Users informational behavior is characterized as motivated, mainly, by feelings of missing the loved person, extreme happiness, extreme disappointment in love, and also as the interest in studying love. The study defines informational culture as something without rules and explicit orientation in most part of the communities, and traces the social networks of information on love and consider them as networks of low density, centrality and intermediation. Among other findings, the study concludes that the social networks in study provide helpful information and support to users, and work as coat hanger-communities.
Keywords: Love. Social virtual network. Information behaviour.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Notícias sobre a greve nas universidades brasileiras

Contra a política financeira do governo, grevistas fazem ato nas sedes do BC

Manifestação reuniu centenas em frente às várias sedes do Banco Central espalhadas pelo país


Enquanto o orçamento da União, destina 47,19% dos recursos públicos para juros e amortização da dívida, o governo federal compromete apenas 3,18% da previsão orçamentária com educação. Contra essa política financeira, que privilegia os bancos em detrimento dos serviços públicos, é que professores, técnicos-administrativos e estudantes em greve realizaram manifestações em frente as sedes do Banco Central em diversas partes do país.
Em Brasília, o ato teve início às 11 horas e reuniu cerca de 250 pessoas. “Com essa política, o governo demonstra claramente que sua prioridade não é o ensino público de qualidade”, denunciou Marinalva Oliveira, presidente do ANDES-SN.

Ela ressaltou ainda que, apesar da Câmara ter aprovado a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação, o prazo para atingir esse percentual foi elevado até 2023. Vale lembrar que os movimentos sociais e estudiosos da área vêm cobrando a aplicação imediata deste percentual, como condição mínima necessária para começar a reverter o quadro de precariedade em que se encontra a educação pública no país.

“Além de aumentar o prazo do PNE, o plano destina a verba pública para a educação como um todo. Ou seja, também para o setor privado”, apontou Marinalva.

A presidente do ANDES-SN disse ainda que mesmo diante de uma greve forte no setor da educação, que aponta a necessidade urgente de ampliação de recursos a essa área , o governo não tem a menor disponibilidade, boa vontade política em por fim a greve, ao empurrar a negociação com professores e técnicos-administrativos.

Falando em nome do Comando de Greve dos estudantes, Mariana Percia (Ufal), afirmou que a greve é resultado de um grande balanço do projeto de expansão via Reuni, que aprofundou a precariedade nas Instituições de Ensino federais. “Já somamos mais de 35 universidades em greve estudantil. Estamos ao
lado dos professores e dos técnicos nessa luta pela melhoria das condições em nossas universidades”, disse.

Falando em nome do Comando de Greve dos estudantes, Mariana Percia (Ufal), afirmou que a greve é resultado de um grande balanço do projeto de expansão via Reuni, que aprofundou a precariedade nas Instituições de Ensino federais. “Já somamos mais de 35 universidades em greve estudantil. Estamos ao lado dos professores e dos técnicos nessa luta pela melhoria das condições em nossas universidades”, disse.
Bernardo Soares (UFF), também do CNG dos estudantes, lembrou que atualmente o auxílio estudantil oferecido pelo governo é de R$ 354,00 e prevê exclusividade. “Ou seja, o estudante não pode trabalhar e tem que pagar xerox, transporte e ainda viver com o que sobra”, denunciou.

William Carvalho, do CNG do Sinasefe, contou que atualmente são 183 campi em greve e a perspectiva é de adesão total ao movimento. “Não vamos sair dessa greve sem de fato negociar e ter nossas reivindicações atendidas. Queremos negociar já. É inadmissível que o governo contin
ue empurrando com a barriga a negociação”, disse.

Paulo Henrique dos Santos, da Fasubra, lembrou que a reivindicação dos trabalhadores em educação é justa e que a luta é também por dignidade. “Nós queremos melhores salários e também mais recursos para educação e saúde. A melhoria na qualidade dos serviços públicos depende da valorização dos trabalhadores que prestam esses serviços”, ressaltou.

Participaram também da manifestação representantes da CSP-Conlutas, CUT, CTB e o presidente do Sindicato dos Técnicos do Banco Central, Antonio Maranhão. Ele prestou solidariedade aos manifestantes e disse que os técnicos do BC também estão junto na luta com os demais servidores públicos federais por melhores condições de trabalho.


“Não se constrói uma nação sem investimento em educação. A política do governo Dilma vai na contramão ao desvalorizar essa categoria. Nós repudiamos essa postura e acreditamos que os professores têm que ser respeitados”, afirmou Maranhão, conclamando os demais técnicos do Banco Central a se juntarem na luta dos trabalhadores em educação.

Em nome do Comando de Greve dos docentes do ANDES-SN, a professora Celi Tafarel, reforçou que em todo o país estavam sendo realizados atos conjuntos que se caracterizavam por trazer às ruas todos os segmentos da educação: professores, técnicos-administrativos e estudantes.
“Demonstramos que não estamos de acordo com a forma como o governo vem tratando a educação e seus trabalhadores. Combateremos até onde for necessário para garantir o que é de direito da classe trabalhadora: educação pública e de qualidade para todos. Defender a educação é defender a soberania nacional”, ressaltou ela, completando que este é um momento histórico de luta.
“A nossa greve continua forte e seguirá até que tenhamos nossas reivindicações atendidas”, finalizou.

Apoio à manifestação
Em meio aos professores, técnicos e estudantes em greve, a mãe de um aluno da Universidade de Brasília declarava seu apoio à luta dos grevistas. Sandra Ribeiro, que tem, além do filho, uma sobrinha estudando na UnB reclamou da precariedade nas condições de ensino e de permanência dos estudantes nas instituições.

“Eles têm que se mobilizar mesmo e contar com o apoio dos pais dos estudantes. Só assim vamos ter o devido retorno dos impostos que pagamos. Hoje, só quem tem dinheiro pode oferecer uma educação de qualidade aos seus filhos. Nós lutamos tanto para que eles consigam chegar à universidade, para ter ensino de qualidade e não do jeito que está”, disse.

Movimento grevista

A greve dos docentes das instituições federais de ensino, iniciada no dia 17 de maio, continua crescendo. De acordo com o último boletim do Comando Nacional de Greve (CNG), até domingo 56 instituições tinham comunicado que estavam em greve. Acesse, aqui, o quadro elaborado pelo CNG.

Com a deflagração de greve nas bases da Fasubra e Sinasefe, o movimento segue forte e sem perspectiva de término até que o governo apresente uma proposta de negociação efetiva com os docentes e técnicos-administrativos, o que não ocorreu até o momento.
28/06/2012
Fonte: ANDES-SN
Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior - ANDES-SN

sexta-feira, 22 de junho de 2012

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