Quem sou eu

Minha foto
Sou professora da ECI/UFMG e meu objetivo para este Blog é criar um canal de comunicação alternativo com meus alunos e amigos reais e virtuais... :)

quinta-feira, 12 de março de 2009

DIA DOS BIBLIOTECÁRIOS: congratulações à classe profissional

Vida de bibliotecário, para aqueles que desconhecem a missão, a natureza do trabalho e as atribuições que cabem a esse profissional na sociedade, pode ser entendida ou estereotipada como limitante, singela, monótona e desprovida de desafios.
Em determinados contextos sociais, nos quais a educação não constitui prioridade de ações efetivas que motivem ou possibilitem o desenvolvimento pleno de suas comunidades, a vida das bibliotecas e dos bibliotecários vê-se constantemente atingida por muitos desafios e lutas.
O bibliotecário, quando disposto e preparado para exercer bem os seus diversos papéis, incluindo o de agente de mudança social, de mediador da cultura, da educação e do conhecimento, pode levar a biblioteca a funcionar como um setor de serviços vitais da comunidade.
É de consenso universal que a informação se constitui em insumo básico para a geração de conhecimentos e que ela auxilia soluções de problemas que afligem o homem ou as organizações.
Mola propulsora de desenvolvimento pessoal e organizacional, a informação, do mesmo modo, é matéria prima fundamental do trabalho cotidiano do bibliotecário. A esse profissional cabe uma inserção profunda em atividades que envolvam a identificação, seleção, tratamento técnico ou organização sistemática, disseminação e uso da informação, entre outras atribuições.
Cabe ainda ao bibliotecário conhecer profundamente as características e necessidades de informação de sua comunidade de usuários, assim como dominar o conhecimento sobre os diversos suportes, canais de veiculação, tipologia, conteúdos e características das mais diversas fontes de informação nacionais e internacionais, de modo a colaborar na solução de problemas pessoais e sociais através do uso eficaz da informação.
Para realizar algumas das atividades inerentes a sua profissão, os bibliotecários trabalham, em síntese, com a identificação, seleção, tratamento, disseminação da informação e, de modo especial, com o preparo das pessoas para usar o universo das informações disponíveis nos mais variados suportes e canais.
Vida de bibliotecário envolve, portanto, a sensibilidade e o preparo adequado para atuar nos planos técnicos, sócio-políticos, educacionais e culturais, gerenciais e estratégicos da sociedade. Vida de bibliotecário deverá centrar-se essencialmente na utilidade social das bibliotecas ou unidades de informação nas quais exercem sua profissão, sejam elas configuradas como bibliotecas reais, virtuais ou híbridas.
Enquanto profissional que atua em agências sociais prestadoras de serviços de informação, o bibliotecário tem - inquestionavelmente - muito a contribuir com o desenvolvimento das pessoas e das organizações.

Autoria: Júlia Gonçalves da Silveira
Bibliotecária da UFMG/ECI/BC (1982-2006) Diretora da Biblioteca Universitária da UFMG (Gestão 1998-2000) e Professora Adjunta do Departamento de Organização e Tratamento da Informação da ECI/UFMG

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Manifesto dos ex-reitores da UFMG

Manifesto dos ex-reitores da Universidade Federal de Minas Gerais

Nós, ex-reitores da Universidade Federal de Minas Gerais, tendo em vista a gravidade das acusações veiculadas no jornal Estado de Minas e o tom inaceitável nelas presente, vimos a público manifestar nosso sentimento de co-responsabilidade com a atual direção da Universidade e a irrestrita solidariedade ao reitor Ronaldo Tadêu Pena e à vice-reitora Heloisa Maria Murgel Starling. Trata-se de servidores públicos de conduta ilibada e vigorosos defensores da educação pública e dos valores éticos a ela associados. Assumimos tal co-responsabilidade porque os procedimentos adotados em nossos reitorados na construção do campus da UFMG e na relação com a fundação de apoio - Fundep em nada diferem dos que hoje estão em curso. Tais procedimentos foram reiteradas vezes aprovados pelo Tribunal de Contas da União, nas sucessivas prestações de contas de cada reitor. Como é de conhecimento público, as atividades de construção da UFMG, levadas a cabo através de contratos com a sua fundação de apoio, primam pela qualidade e pela significativa economia de recursos públicos, características já apontadas pelo próprio TCU. Como ex-reitores, convidamos a comunidade de Belo Horizonte e de Minas Gerais a visitar os campi da UFMG, hoje comparáveis aos das grandes universidades internacionais na excelência de sua infra-estrutura, geradora das condições imprescindíveis para o adequado desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão. Esta instituição, que é um patrimônio de Minas Gerais e do Brasil, construída com dedicação e lisura por seus membros e por seus dirigentes, é hoje uma das cinco universidades brasileiras presentes nas classificações internacionais de qualidade universitária. Entender que a construção dos prédios da universidade por sua própria fundação de apoio se situa no âmbito do conceito de desenvolvimento institucional, para o qual tais fundações foram criadas, pode ser uma interpretação discordante daquela que o TCU manifestou no acórdão recentemente emitido. Entretanto, de nenhuma maneira esta diferença pode ser confundida com atividades supostamente fraudulentas, geradoras de irregularidades de qualquer espécie. Ao recorrer ao Supremo Tribunal Federal, órgão máximo do sistema jurídico brasileiro, a quem cabe pronunciar-se de forma final sobre matéria jurídica, a Universidade o fez certa de que é seu dever atuar de maneira a garantir o perfeito cumprimento das atividades constitucionalmente a ela prescritas. A liminar concedida pelo Supremo Tribunal Federal suspende a aplicação de medidas que pretendam imputar à direção da universidade quaisquer punições, o que, entendemos, evidencia a impropriedade da abordagem apresentada pelo referido jornal. Como ex-reitores da Universidade Federal de Minas Gerais, reafirmamos nosso compromisso com os ideais que marcam a história desta Casa e a disposição de lutar, ao lado do Reitor Ronaldo Tadêu Pena e da vice-reitora Heloisa Maria Murgel Starling, com a serenidade e a altivez costumeiras, em favor de tudo o que contribui para a crescente consolidação das instituições federais de ensino superior.
Belo Horizonte, 8 de janeiro de 2009.
Aluísio Pimenta – Reitor gestão 1964-1967
Ana Lúcia Almeida Gazzola- Reitora gestão 2002-2006
Cid Veloso – Reitor gestão 1986-1990
Eduardo Osório Cisalpino – Reitor gestão 1974-1978
Francisco César de Sá Barreto – Reitor gestão 1998-2002
José Henrique Santos – Reitor gestão 1982-1986
Tomaz Aroldo da Mota Santos – Reitor gestão 1994-1998
Vanessa Guimarães Pinto – Reitora gestão 1990-1994

Reitoria UFMG

Nota à comunidade
A Universidade Federal de Minas Gerais foi surpreendida com notícias veiculadas em jornal local relativas a supostas impropriedades que nela estariam tendo lugar. O noticiário se referia a material constante de acórdão do Tribunal de Contas da União que menciona, entre outros aspectos, irregularidades em contratos e convênios celebrados entre as instituições de ensino superior e suas respectivas fundações de apoio. No caso específico da UFMG, o principal argumento diz respeito à contratação da Fundep para a gestão das obras do Campus 2000 e do Campus 2010.
Por não concordar com o entendimento manifestado no acórdão do TCU, a UFMG, com o apoio da Procuradoria Geral Federal, que delegou ao Procurador Geral da Universidade poderes para representá-la no Supremo Tribunal Federal, propôs uma ação, perante este Tribunal, de modo a garantir a autonomia universitária, condição indispensável a que a universidade pública cumpra as funções a ela atribuídas pela Constituição Federal. Assim procedendo, a Instituição se vale dos procedimentos inerentes ao Estado de Direito, assegurados a toda pessoa física ou jurídica.
Vale lembrar, de modo incisivo, que as obras levadas a cabo, ao longo dos anos, pela UFMG tiveram, em muitas situações, seu modelo de construção aprovado, e mais, elogiado pelo TCU. Por outro lado, a aplicação do acórdão, em sua integralidade, implicaria prejuízos irrecuperáveis em grande parte dos projetos de pesquisa em curso na Universidade, dado os óbices relativos à utilização dos recursos aportados a estes projetos.
O mandado de segurança impetrado pela UFMG no Supremo Tribunal Federal visou, além de manifestar sua divergência em relação à decisão proferida pelo TCU, a garantir que a Instituição possa continuar dando curso às suas atividades, evitando os obstáculos derivados do Acórdão, atinentes aos projetos de pesquisa, ao cumprimento das metas relacionadas ao desenvolvimento institucional e ao funcionamento de seus hospitais. De modo particular, trata-se, também, de garantir as condições necessárias à consolidação do Projeto Reuni (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais), responsável por uma ampliação significativa dos cursos e vagas oferecidos pela Universidade.
Não se trata de uma ação, como interpretou o jornal, para "livrar o Reitor de punições resultantes de fraudes". Lamentamos e recusamos vivamente tal interpretação, que ofende a honra da Instituição e induz a uma compreensão equivocada sobre a conduta da UFMG. É preciso ressaltar que a Universidade tem a convicção da lisura da sua gestão, da correção da conduta de seus dirigentes e da adequação de seus procedimentos. Tal convicção é o que sustenta, sob o ponto de vista ético, o mandado de segurança impetrado no STF.
O Ministro Cezar Peluso, ao conceder a medida liminar do mandado de segurança impetrado pela UFMG, indicou não haver motivo que pudesse gerar imputabilidade aos seus dirigentes, estando assim a Universidade autorizada a prosseguir os programas por ela tradicionalmente praticados até que o mérito da ação seja julgado.
Nestas condições, lamentamos o tratamento que o assunto recebeu no noticiário acima aludido e reafirmamos o compromisso desta Universidade com a estrita obediência à legislação vigente, condição maior do Estado de Direito, e a nossa disposição de lutar em todas as instâncias na defesa dos valores que a constituem e que fazem dela, ao longo de uma história que já ultrapassa os 80 anos, um patrimônio nacional.
Belo Horizonte, 07 de Janeiro de 2009
Ronaldo Tadêu Pena
Reitor da UFMG
Heloisa Maria Murgel Starling
Vice-reitora da UFMG

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Aos caros alunos do PPGCI (disciplina: Acesso à Informação Eletrônica)

Conversei com a Gisele, da secretaria do Colegiado do PPGCI, e ela confirmou que poderei entregar as notas finais até meados de fevereiro de 2009. Portanto, receberei os trabalhos finais e outros, por acaso, pendentes até o dia 14 de janeiro. Abraços,
Profa. Júlia.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

FONTES DE INFORMAÇÃO ESPECIALIZADA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
DEPARTAMENTO DE ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO
DISCIPLINAS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO


DISCIPLINA
FONTES DE INFORMAÇÃO ESPECIALIZADA CÓDIGO OTI-047
PROFESSOR JÚLIA GONÇALVES DA SILVEIRA
DEPARTAMENTO Organização e Tratamento da Informação
UNIDADE Ciência da Informação
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA: 30
PRÁTICA: 30
TOTAL: 60
CRÉDITOS: 04

ANO LETIVO: 2º Semestre de 2008
5º período

PRÉ-REQUISITOS CÓDIGOS


CURSOS PARA OS QUAIS É MINISTRADA: Biblioteconomia

CLASSIFICAÇÃO: Obrigatória

EMENTA

O contexto político, econômico e social da informação especializada. O usuário da informação especializada. A produção, o controle e a disseminação da informação especializada: instituições e fontes. Análise das fontes quanto às linguagens de indexação.

PROGRAMA

1. A ciência, a geração e fluxos da comunicação científica, tipologia e características de documentos técnico-científicos componentes da literatura científica e técnica.
2. Indústria de informação especializada: provedores de informação impressas em papel e em formato eletrônico.
3. Instituições e outras fontes de informação especializada: acesso a produtos de informação em formato eletrônico.
4. Conceitos básicos da recuperação da informação eletrônica. Técnicas para pesquisa
em bases de dados e na Internet.
5. O uso da informação especializada nas organizações e o profissional da informação: gestão da informação, inteligência competitiva, gestão do conhecimento.
6. Bases de dados referenciais e de textos completos componentes do Portal da Capes; periódicos eletrônicos da área de Ciência da Informação e interdisciplinares.
7. Avaliação de fontes de informação especializadas.

OBJETIVOS
A disciplina pretende proporcionar conhecimentos sobre a natureza e as características das fontes de informação, necessidades e o uso da informação no contexto da pesquisa e da vida organizacional. O aluno deverá conhecer as principais instituições produtoras de fontes de informação especializada e as principais fontes ou recursos de informação especializada nacionais e internacionais. Deverá relacionar a informação especializada ao gerenciamento de diferentes tipos de organização: empresas, instituições de ensino e de pesquisa, hospitais, órgãos públicos.


BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR

AGUIAR, Afrânio Carvalho de. Informação e atividades de desenvolvimento científico, tecnológico e industrial, Ciência da Informação, v.20, n.1, p.7-15, 1991.

ALMEIDA, Maria do Rosário Guimarães. Literatura cinzenta: teoria e prática. São Luís: Edições UFMA; Fundação Sousândrade, 2000. 174 p.

ASSIS, Wilson Martins de. Informação técnica no Sistema Usiminas.
In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 19, Porto Alegre, 2000. Anais eletrônicos... Porto Alegre: PUCRS, 2000. 21 p.

BARBOSA, Ricardo Rodrigues. Acesso e necessidades de informação de profissionais brasileiros: um estudo exploratório. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v.2, n.1, p.5-35, jan./jun. 1997.

BARRETO, A. de A. A transferência de informação, o desenvolvimento tecnológico e a produção de conhecimento. INFORMARE – Cad. Prog. Pós-Grad. Ci. Inf., Rio de Janeiro, v.1, n.2, p.2-10, jul./dez., 1995.

BARROS, Fernando Antônio Ferreira de. A concentração da produção do conhecimento no mundo contemporâneo. In: MACIEL, Maria Lúcia; ALBAGLI, Sarita (Org.) Informação e desenvolvimento: conhecimento, inovação e apropriação social. Brasília: Ibict; Unesco, 2007. Cap. 12, p. 297-314.

BENASI, Marcos de Toledo. Acesso à base Eric via Internet: o usuário diante de duas interfaces distintas. Transinformação, Campinas, v. 9, n. 2, p. 69-92, maio/ago. 1997.

BLATTMANN, Úrsula et al. Recuperar a informação eletrônica pela Internet. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina. Florianópolis, v. 4, n.4, p. 9-27, 1999.

BRANSKI, Regina Meyer. Localização de informações na internet: características e formas de funcionamento dos mecanismos de busca. Transinformação, v. 12, n.1, p. 11-19, jan./jun. 2000.

BORGMAN, Christine L. From Gutenberg to the global information infraestruture: access to information in the networked world. Cambridge, MA: Mit Press, 2000. 324 p.

CAMPELLO, Bernadete Santos; CALDEIRA, Paulo da Terra; MACEDO, Vera Amália Amarante (Org.). Formas e expressões do conhecimento: introdução às fontes de informação. Belo Horizonte: Escola de Biblioteconomia da UFMG, 1998.

CAMPELLO, Bernadete Santos; CENDÓN, Beatriz Valadares; KREMER, Jeannette Marguerite (Org.) Fontes de informação para pesquisadores e profissionais. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000. 319p.

CASTRO, C. A. Profissional da informação: perfis e atitudes desejadas. Informação & Sociedade: Estudos, João Pessoa, v.10, n.1, p.142-152, 2000.

CENDÓN, Beatriz Valadares. Ferramentas de busca na Web. Ciência da Informação, Brasília, v. 30, n. 1, p. 39-49, jan./abr. 2001. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ci/v30n1/a06v30n1.pdf Acesso em: 17 set. 2007.

CESARINO, Maria Augusta da Nóbrega. Sistemas de recuperação da informação. Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG, Belo Horizonte, v. 14, n. 2, p. 157-168, set. 1985.

CUNHA, Murilo Bastos da. Bases de dados no Brasil: um potencial inexplorado. Ciência da Informação, Brasília, v. 18, n. 1, p. 45-57, jan./jun. 1989.

CUNHA, Murilo Bastos da. Para saber mais: fontes de informação em ciência e tecnologia. Brasília: Briquet de Lemos, 2001. 168 p.

CUNHA, Murilo Bastos. As tecnologias de informação e a integração das bibliotecas brasileiras. Ciência da Informação, Brasília, v. 23, n. 2, p. 182-189, maio/ago. 1994.

DAVENPORT, Thomas H. Ecologia da informação: porque só a tecnologia não basta para o sucesso na era da informação. São Paulo: Futura, 2000.

DIAS, Walderez Maria Duarte; SILVA, Maria Neves de Oliveira. Uso de bases de dados em bibliotecas brasileiras e americanas. Revista de Biblioteconomia de Brasília, Brasília, v. 15, n. 2, p. 203-215, jul./dez. 1987.

GONTOW, Rejane. Um repensar para os bancos de dados de C&T como suporte à decisão. Transinformação, v. 10, n.3, p. 75-88, set / dez, 1998.

GONZÁLES DE GOMEZ, Maria Nélida. A informação: dos estoques às redes. Ciência da Informação, Brasília, v.24, n.1, p.77-83, jan./abr. 1995.

HARTNESS, Ann. Brasil: obras de referência 1965-1993. Brasília. DF: Briquet de Lemos/lLivros. 1999. 453p.

KREMER, Jeannette. Estratégia de busca. Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG, Belo Horizonte, v. 14, n. 2, p. 187-220, set. 1985.

Krzyzanowski, Rosaly Favero; Taruhn, Rosane. Electronic library for scientific journals: consortium project in Brazil. Information Technology and Libraries, v. 19, n. 2, p. 61-65, 2000.

LANCASTER, F. W. Busca em bases de dados. In: LANCASTER, F. W. Avaliação de serviços de biblioteca. Brasília: Briquet de Lemos, 1996. Cap. 11, p. 187-225.

LOPES, Eunice de Faria. Avaliação de serviços de indexação e resumo: critérios, medidas e metodologia. Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG, Belo Horizonte, v. 14, n. 2, p. 242-258, set. 1985.

MARCONDES, Carlos Henrique; SAYÃO, Luís Fernando. Integração e interoperabilidade no acesso a recursos de informação. Ciência da Informação, Brasília, v. 30, n. 3, p. 24-33, set./dez. 2001.

MARDERO Arellano, Miguel Ángel et al. (Org.) Guia de fontes de informação para editores de periódicos científicos. Brasília: Departamento de Ciência da Informação e Documentação da Unb, 2007. 55 p.

MARTINEZ, Adriana Maria Evaristo. A indústria da informação no Brasil. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 4, n.2, p.211-216, 1999.

MENOU, M. J. Cultura, informação e educação de profissionais de informação nos países em desenvolvimento. Ciência da Informação, Brasília, v.25, n.3, p.298-304, set./dez. 1996.

MUELLER, Suzana Pinheiro Machado. A ciência, o sistema de comunicação científica e a literatura científica. In: CAMPELLO, Bernadete Santos; CENDÓN, Beatriz Valadares; KREMER, Jeannette Marguerite (Org.) Fontes de informação para pesquisadores e profissionais. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000. Cap. 1, p. 21-34.

PAIVA, Denise Werneck de. Perspectivas do agente da informação no contexto brasileiro. Ciência da Informação, Brasília, v. 19, n. 1, p. 48-52, jul./dez. 1990.

PEREIRA, Lúcia Maria Modesto; SANTOS, Maria José Veloso da Costa; BREGLIA, Vera Lúcia Alves. Produção e uso de bases de dados em países em desenvolvimento: um enfoque para a América Latina. Revista de Biblioteconomia de Brasília, Brasília, v. 18, n. 2, p. 213-227, jul./dez. 1990.

PEREIRA, Maria de Nazaré Freitas et al. Bases de dados na economia do conhecimento: a questão da qualidade. Ciência da Informação, Brasília, v. 28, n. 2, 1999. Disponível em: < http://www.ibict.br/cionline/viewarticle.php?id=340&layout=abstract>. Acesso em: 28 fev. 2008.

PINTO, Maria Cristina Mello Ferreira. Análise e representação de assuntos em sistemas de recuperação da informação: linguagens de indexação. Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG, Belo Horizonte, v. 14, n. 2, p. 169-186, set. 1985.

PONTES, Cecília Carmen Cunha. Bases de dados em ciência e tecnologia. Transinformação, v. 2, n. 2/3, p. 33-42, maio/dez., 1990.

ROBREDO, Jaime. Documentação de hoje e amanhã. 2. ed. rev. e ampl. Brasília: Edição de Autor, 1986. Cap. 6: A armazenagem e a recuperação da informação. p. 265-306.

RODRIGUES, Ana Vera; CRESPO, Isabel. Fonte de informação eletrônica: o papel do bibliotecário de bibliotecas universitárias. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, v. 4, n. 1, p. 1-18, jul./dez. 2006.

ROSETTO, Márcia. Os novos materiais bibliográficos e a gestão da informação: livro eletrônico e biblioteca eletrônica na América Latina e Caribe. Ciência da Informação, Brasília, v. 26, n. 1, jan./abr. 1997. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-19651997000100008&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 17 ago. 2007

ROWLEY, Jennifer. A biblioteca eletrônica: segunda edição de Informática para bibliotecas. Brasília: Briquet de Lemos Livros, 2002. 399 p.

SAYÃO, Luís Fernando. O universo das bases de dados. 30 p. (Trabalho elaborado para o curso “Aplicação da Tecnologia ao Desenvolvimento de Bibliotecas”, programa de treinamento promovido pela Divisão de Gestão da Informação/ Rede Bibliodata, com o apoio de The Andrew W. Mellon Foundation).

SILVEIRA, Júlia Gonçalves da. Bases de dados e bibliotecas digitais no Brasil. Belo Horizonte: [s.n.] 2006. 10 p. (Texto apresentado durante concurso público prestado para o cargo de professor adjunto da Escola de Ciência da Informação da UFMG).

SILVEIRA, Júlia Gonçalves da. Fontes de informação de antiquários: proposta de um modelo de análise e de categorização. Belo Horizonte: Escola de Ciência da Informação da UFMG, 2006. 232 p. (Tese, Doutorado).

SILVEIRA, Júlia Gonçalves da. Fontes de informação de antiquários. In: Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação, 8º, 2007, Salvador. Anais... Salvador: UFBa, 2007. 18 p. (CD-Rom). Disponível em: http://www.enancib.ppgci.ufba.br/artigos/GT3--234.pdf
Acesso em: 19 maio 2008.

SILVEIRA, Júlia Gonçalves da. Fontes de informação eletrônicas para pesquisadores e profissionais. Belo Horizonte: [s.n.] 2004. (Apostila elaborada e utilizada em cursos já ministrados pela autora).

TOMAÉL, Maria Inês; VALENTIM, Marta Lígia (Org.) Avaliação de fontes de informação na Internet. Londrina: EDUEL, 2004. 155 p.

TOMAÉL, Maria Inês et al. Avaliação de fontes de informação na Internet: critérios de qualidade. Informação & Sociedade: Estudos, v. 11, n. 2, p. 1-14, 2001. Disponível em: http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/293/216
Acesso em: 26 maio 2008.

VALENTIM, Marta Lígia Pomim. A indústria da informação e os produtores de bases de dados em C&T. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 7, n. 1, p.23-37,jan./jun.2002. Disponível em: http://www.eci.ufmg.br/pcionline/viewarticle.php?id=369&layout=abstract Acesso em: 17 de set. 2007

ZAHER, Célia Ribeiro; MENEGAZ, Ronaldo. Biblioteca digital de acervos raros: uma rede brasileira. Leituras: Revista da Biblioteca Nacional, Lisboa, v. 3, n. 9/10, p. 293-310, out./out. 2001-2002.


AVALIAÇÃO

Resumos................................................................ 20 pontos
Trabalho sobre Organizações como fontes de
informação.............................................................20 pontos
Trabalho sobre Portal Capes e Glossário ............. 20 pontos
Prova Final ........................................................... 30 pontos
Participação individual..........................................10 pontos
TOTAL:................................................................ 100,0 pontos

Obs.: Na avaliação da participação individual serão considerados: a totalidade de freqüência às aulas desta disciplina, o cumprimento de prazos estabelecidos para entrega de trabalhos em grupos e individuais e a auto-avaliação.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
DEPARTAMENTO DE ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO

DISCIPLINA
Recursos Informacionais Especializados

CÓDIGO:
PROFESSORA OTI069 A1
Júlia Gonçalves da Silveira

DEPARTAMENTO UNIDADE
Organização e Tratamento da Informação Escola de Ciência da Informação

CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL CRÉDITOS
45 15 60 04

ANO LETIVO PERÍODOS
1. Semestre de 2008 7º.

PRÉ-REQUISITOS CÓDIGOS

CURSOS PARA OS QUAIS É MINISTRADO
Biblioteconomia

EMENTA
A ciência, a geração, fluxos da comunicação científica, tipologia de documentos técnico-científicos componentes da literatura científica e técnica. Recursos informacionais para pesquisadores e profissionais disponibilizados via redes eletrônicas. Provedores de bases de dados online especializadas. Características de bases de dados e dos recursos para busca em diferentes sistemas. Conceitos básicos da recuperação da informação eletrônica. Técnicas para pesquisa em bases de dados e na Internet.

OBJETIVOS

Após término deste curso, os alunos deverão:
Conhecer tipologia e características de documentos integrantes da literatura especializada;
Conhecer sistemas e serviços de informação eletrônicos nacionais e internacionais;
Conhecer os principais produtores e provedores de bases de dados;
Conhecer os principais tipos de bases de dados (bibliográficas, de texto completo, de citação, iconográficas, diretórios e numéricas);
Conhecer os critérios para avaliação de bases de dados;
Entender os princípios de estruturação e organização de bases de dados (estrutura de registros e campos, índices invertidos, palavras proibidas) e seus efeitos na recuperação da informação;
Entender e aplicar a lógica booleana na construção de estratégias de recuperação da informação em sistemas automatizados;
Saber comparar e contrastar o uso de vocabulário controlado versus uso de linguagem natural em buscas;
Saber comparar e contrastar diferentes estratégias de busca em bases de dados;
Entender os conceitos de precisão e revocação e comparar métodos para melhorar os resultados de uma busca;
Saber analisar perguntas de referência, e planejar, executar, avaliar e modificar buscas complexas em bases de dados;
Entender o funcionamento e uso dos sistemas de recuperação da informação (ferramentas de busca) na Web;
Saber discutir os problemas e perspectivas relacionados com o impacto das fontes de informação especializadas na formação do usuário de informação de organizações públicas ou empresas que atuam em campos específicos do conhecimento.

METODOLOGIA
· Aulas expositivas enfocando os tópicos descritos na ementa, nos objetivos ou no detalhamento do programa;
· Demonstrações de acesso a recursos de informação especializados, disponíveis em formato eletrônico;
· Prática pelos alunos: elaboração de exercícios de acesso a portais eletrônicos ou a bases de dados especializadas;
· Apresentações de seminários, palestras e exposições orais de trabalhos pelos alunos.

PROGRAMA
CONTEXTUALIZAÇÃO
Internet: visão geral de recursos de informação de domínio público e comerciais disponíveis em formato eletrônico
Visão geral de produtores e provedores de bases de dados nacionais e internacionais
Bases de dados no Brasil
Tipos de bases de dados
Avaliação de bases de dados e de seus provedores
Sistemas de recuperação da informação: história e evolução
Elementos básicos de um SRI
O problema da recuperação da informação
CONCEITOS E TÉCNICAS
Organização e estrutura de bases de dados
Lógica Booleana
Outros recursos de busca
Estratégias de busca
O processo de busca
Avaliação de buscas
SISTEMAS ESPECÍFICOS
Bases de dados referenciais e de textos completos componentes do Portal da Capes;
Periódicos eletrônicos da área de Ciência da Informação e de outras áreas do conhecimento.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR

BARBOSA, Ricardo Rodrigues. Acesso e necessidades de informação de profissionais brasileiros: um estudo exploratório. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v.2, n.1, p.5-35, jan./jun. 1997.

BENASI, Marcos de Toledo. Acesso a base Eric via Internet: o usuário diante de duas interfaces distintas. Transinformação, Campinas, v. 9, n. 2, p. 69-92, maio/ago. 1997.

BLATTMANN, Úrsula et al. Recuperar a informação eletrônica pela Internet. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina. Florianópolis, v. 4, n.4, p. 9-27, 1999.

BRANSKI, Regina Meyer. Localização de informações na internet: características e formas de funcionamento dos mecanismos de busca. Transinformação, v. 12, n.1, p. 11-19, jan./jun. 2000.

BORGMAN, Christine L. From Gutenberg to the global information infraestruture: access to information in the networked world. Cambridge, MA: Mit Press, 2000. 324 p.

CAMPELLO, Bernadete Santos; CALDEIRA, Paulo da Terra; MACEDO, Vera Amália Amarante (Org.). Formas e expressões do conhecimento: introdução às fontes de informação. Belo Horizonte: Escola de Biblioteconomia da UFMG, 1998.

CAMPELLO, Bernadete Santos; CENDÓN, Beatriz Valadares; KREMER, Jeannette Marguerite (Org.). Fontes de informação para pesquisadores e profissionais. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2000. 319 p.

CENDÓN, Beatriz Valadares. Ferramentas de busca na Web. Ciência da Informação, Brasília, v. 30, n. 1, p. 39-49, jan./abr. 2001. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ci/v30n1/a06v30n1.pdf Acesso em: 17 set. 2007.

CESARINO, Maria Augusta da Nóbrega. Sistemas de recuperação da informação. Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG, Belo Horizonte, v. 14, n. 2, p. 157-168, set. 1985.

CUNHA, Murilo Bastos. Bases de dados no Brasil: um potencial inexplorado. Ciência da Informação, Brasília, v. 18, n. 1, p. 45-57, jan./jun. 1989.

CUNHA, Murilo Bastos da. Para saber mais: fontes de informação em ciência e tecnologia. Brasília: Briquet de Lemos, 2001. 168 p.

CUNHA, Murilo Bastos. As tecnologias de informação e a integração das bibliotecas brasileiras. Ciência da Informação, Brasília, v. 23, n. 2, p. 182-189, maio/ago. 1994.

DAVENPORT, Thomas H. Ecologia da informação: porque só a tecnologia não basta para o sucesso na era da informação. São Paulo: Futura, 2000.

DIAS, Walderez Maria Duarte; SILVA, Maria Neves de Oliveira. Uso de bases de dados em bibliotecas brasileiras e americanas. Revista de Biblioteconomia de Brasília, Brasília, v. 15, n. 2, p. 203-215, jul./dez. 1987.

GONTOW, Rejane. Um repensar para os bancos de dados de C&T como suporte à decisão. Transinformação, v. 10, n.3, p. 75-88, set / dez, 1998.

Krzyzanowski, Rosaly Favero; Taruhn, Rosane. Electronic library for scientific journals: consortium project in Brazil. Information Technology and Libraries, v. 19, n. 2, p. 61-65, 2000.

KREMER, Jeannette.Estratégia de busca. Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG, Belo Horizonte, v. 14, n. 2, p. 187-220, set. 1985.

LANCASTER, F. W. Busca em bases de dados. In: LANCASTER, F. W. Avaliação de serviços de biblioteca. Brasília: Briquet de Lemos, 1996. Cap. 11, p. 187-225.

LOPES, Eunice de Faria. Avaliação de serviços de indexação e resumo: critérios, medidas e metodologia. Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG, Belo Horizonte, v. 14, n. 2, p. 242-258, set. 1985.

MARCONDES, Carlos Henrique; SAYÃO, Luís Fernando. Integração e interoperabilidade no acesso a recursos de informação. Ciência da Informação, Brasília, v. 30, n. 3, p. 24-33, set./dez. 2001. Disponível em:

MARTINEZ, Adriana Maria Evaristo. A indústria da informação no Brasil. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 4, n.2, p.211-216, 1999.

MUELLER, S. P. M.; PASSOS, E. J. L. (Org.). Comunicação científica. Brasília: Departamento de Ciências da Informação e Documentação da UnB, 2000. 144p.

NORONHA, Daisy Pires, FERREIRA, Sueli Mara S. P. Bases de dados. Disponível na Internet via WWW. URL: http://www.eca.usp.br/prof/sueli/cbd201/index.htm. Atualizado em 02/02/1999.

PAIVA, Denise Werneck de. Perspectivas do agente da informação no contexto brasileiro. Ciência da Informação, Brasília, v. 19, n. 1, p. 48-52, jul./dez. 1990.

PEREIRA, Lúcia Maria Modesto; SANTOS, Maria José Veloso da Costa; BREGLIA, Vera Lúcia Alves. Produção e uso de bases de dados em países em desenvolvimento: um enfoque para a América Latina. Revista de Biblioteconomia de Brasília, Brasília, v. 18, n. 2, p. 213-227, jul./dez. 1990.

PEREIRA, M, de N. F. et al. Bases de dados na economia do conhecimento: a questão da qualidade. Ciência da Informação, v. 28, n. 2, 1999.

PINTO, Maria Cristina Mello Ferreira. Análise e representação de assuntos em sistemas de recuperação da informação: linguagens de indexação. Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG, Belo Horizonte, v. 14, n. 2, p. 169-186, set. 1985.

PONTES, Cecília Carmen Cunha. Bases de dados em ciência e tecnologia. Transinformação, v. 2, n. 2/3, maio/dez 1990, p. 33-42.

ROBREDO, Jaime. Documentação de hoje e amanhã. 2. ed. rev. e ampl. Brasília: Edição de Autor, 1986. Cap. 6: A armazenagem e a recuperação da informação. p. 265-306.

ROSETTO, Márcia. Os novos materiais bibliográficos e a gestão da informação: livro eletrônico e biblioteca eletrônica na América Latina e Caribe. Ciência da Informação, Brasília, v. 26, n. 1, jan./abr. 1997. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-19651997000100008&lng=pt&nrm=iso Acesso em: 17 ago. 2007

ROWLEY, Jennifer. A biblioteca eletrônica. 2. ed. de Informática para bibliotecas. Brasília: Briquet de Lemos Livros, 2002.

SAYÃO, Luís Fernando. O universo das bases de dados. 30 p. (Trabalho elaborado para o curso “Aplicação da Tecnologia ao Desenvolvimento de Bibliotecas”, programa de treinamento promovido pela Divisão de Gestão da Informação/ Rede Bibliodata, com o apoio de The Andrew W. Mellon Foundation).

SCHAFF, A. A sociedade informática: as conseqüências sociais da segunda revolução industrial. São Paulo: UNESP; Brasiliense, 1995.

SILVEIRA, Júlia Gonçalves da. Bases de dados e bibliotecas digitais no Brasil. Belo Horizonte: [s.n.] 2006. 10 p. (Texto apresentado durante concurso público prestado para o cargo de professor adjunto da Escola de Ciência da Informação da UFMG).

SILVEIRA, Júlia Gonçalves da. Fontes de informação eletrônicas para pesquisadores e profissionais. Belo Horizonte: [s.n.] 2004. (Apostila elaborada e utilizada em cursos já ministrados pela autora).

TARAPANOFF, Kira; SUAIDEN, Emir; OLIVEIRA, Cecília Leite. Funções sociais e oportunidades para profissionais da informação. DatagramaZero: Revista de Ciência da Informação, v. 3, n. 5, out. 2002. 13 p. Disponível em: http://www.dgzero.org/out02/F_I_art.htm Acesso em: 16 abr. 2008.

VALENTIM, Marta Lígia Pomim. A indústria da informação e os produtores de bases de dados em C&T. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 7, n. 1, p.23-37,jan./jun.2002. Disponível em: http://www.eci.ufmg.br/pcionline/viewarticle.php?id=369&layout=abstract Acesso em: 17 de set. 2007

ZAHER, Célia Ribeiro; MENEGAZ, Ronaldo. Biblioteca digital de acervos raros: uma rede brasileira. Leituras: Revista da Biblioteca Nacional, Lisboa, v. 3, n. 9-10, p. 293-310, out./out. 2001-2002.